Triste derrota do Jornalismo
Nesta quarta-feira, dia 17, o Supremo Tribunal Federal derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. O fim do diploma era pedido pelo Ministério Público Federal e sindicato de empresas de rádio e TV no Estado de São Paulo. Desde 2006, uma liminar garantia atividade jornalística aos que já atuavam. O resultado da triste decisão foi oito votos a um. O único ministro que parece "ter saído às ruas" foi Marco Aurélio Mello. Foi dele o voto contrário sob a alegação que qualquer profissão é passível de erro, mas que o exercício do Jornalismo implica uma “salvaguarda”. O ministro argumentou que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional.
O julgamento foi o resultado do interesse das empresas, que alegaram que a exigência do diploma, na prática, limitaria o alcance liberdade de expressão. Mas não foi um movimento único das empresas. Muitas entidades da categoria abraçaram a causa sob a alegação de que é impossível construir uma imprensa somente com jornalistas, pois o Jornalismo não é uma atividade técnica. O argumento diz que a imprensa precisa de colunistas e outros especialistas.
É obvio que isso é um argumento apelativo. O ponto central é a defesa da necessidade da formação e da qualificação para o exercício, com responsabilidade, da profissão. Um colunista é um colunista. Se ele é economista, advogado, médico ou outro profissional, que assine como tal. Mas o que vemos é uma geléia geral, onde todos se dizem jornalista. Ora, Jornalismo é profissão regulamentada por lei e o acesso a essa profissão deve ser por meio de curso de graduação, específico, reconhecido pelo MEC.
















































E no Rio Grande do Sul a candidata Yeda Crusius chega ao poder. É a primeira mulher na história de um Estado machista a conquistar o poder executivo. Resta saber como Yeda vai encarar a falência do estado. É a oportunidade dos tucanos mostrarem valor e constância nesta ímpia e injusta guerra, afinal, com os números do caixa do governo, não há como fazer milagres. Yeda Crusius vai ter que mostrar competência. Ela que também é economista, vai ter que transformar teoria em prática. Em função da atual situação financeira do Rio Grande do Sul, não podemos esperar que saiam coelhos da cartola, mas sim, projetos.





































































